Não há nada mais doce que a incerteza.
Se tivéssemos certeza que hoje faria um dia ensolarado, não vibraríamos por ele.
Se fosse certo que todo dia seria feliz, que graça teria a felicidade?
Se eu tivesse certeza que tu me ama todo dia, o tempo inteiro, provavelmente não sentisse a alegria que eu sinto cada vez que tu dizes “eu te amo”, nem essa vontade de fazer o possível pra tu me amar todo dia.
A certeza é previsível, é chata, é monótona, é sem graça. A incerteza pressupõe um presente. Um presente surpresa. Dentro de uma caixinha quadrada com um laço de fita transparente. Será tu enxergas ele?
Não reclama da incerteza, ela é o suspense da novela da vida.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Fobia da tua morte
Desculpe, mas preciso te dizer adeus.
Preciso me despedir da forma correta.
Preciso te dizer boa noite e deixar bem claro
que te amo e quero ser amada por ti, pois tenho medo.
No fundo o que eu sinto é medo,
Medo de que você suma, medo de você parta,
Medo que você morra no meio da noite sem o meu “boa noite”.
Medo de você partir sem eu ter dito que te amo.
Preciso me despedir da forma correta.
Preciso te dizer boa noite e deixar bem claro
que te amo e quero ser amada por ti, pois tenho medo.
No fundo o que eu sinto é medo,
Medo de que você suma, medo de você parta,
Medo que você morra no meio da noite sem o meu “boa noite”.
Medo de você partir sem eu ter dito que te amo.
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